sexta-feira, 15 de agosto de 2008

GRUPO EM VIAGEM À EUROPA



VIENA / BRUXELAS / AMSTERDAM

de 16 à 24 de outubro de 2008

Ano passado levei um grupo à França e Italia onde falamos sobre escultura renascentista italiana. Esse ano falaremos de pintura e de modernidade. O q será abordado segue abaixo:


Modernismo Vienense
Viena foi o cenário por onde passaram Freud, Nietzsche, Musil, Klint, Kokoschka, Schiele, entre uma infinidade de artistas, filósofos e pensadores importantes para o séc. XIX e XX. Quais razões criaram o ambiente propício para que todos essas obras e correntes filosóficos nascecem ali? E o que há de comum entre eles?
O séc. XIX foi marcado pelas grandes rupturas com as monarquias vigentes e a igreja. A Austria do séc. XIX será ainda monárquica e esse conservadorismo contrasta vertiginosamente com um sentimento geral de individualismo e anseio por liberdade política e privada. Um modernismo novo, diverso do que surge em Paris e Berlim, nasce em Viena.


Bruxelas: Renascença e Modernismo
A Renascença européia se divide entre dois polos importantes de criação. Estes promoveram os caminhos por onde seguiram, não apenas a Europa, mas todo o mundo ocidental durante ao menos três séculos. São estes polos a Italia e a antiga Flandres, atual Belgica e Holanda. Neste último, nasceu a pintura à óleo e uma tradição de pintores que perdurará até o séc. XX. Van Ecky, Bosch, Brueguel, Rubens, Ensor, Magrite, são alguns nomes que representam gerações de artistas cuja sensibilidade espacial, o humor e a invenção, criaram uma tradição única. Sobre influencia da arte flamenga gravitaram, entre outras, boa parte da arte francesa e alemã.
James Ensor é um capitulo a parte na história da arte moderna. Com seu espírito independente construiu uma arte além de seu tempo e realizou uma odisseia diversa a do artista maldito. Da mesma geração de Van Gogh e Guaguin, colheu os frutos da glória. Artista satírico, criou como gravador imagens celebres, comparáveis a obra gráfica de Goya, com a mesma liberdade plástica e crítica aos costumes de sua época.


Rembrandt e Van Gogh
Um destino trágico marcaram a vida destes dois homens, ao mesmo tempo que uma sensibilidade única e genial para retratar seus semelhantes e a si mesmos. Estes dois nomes da história da arte, reunidos na mesma cidade, valem por si só a permanência na capital holandesa por quatro dias. Um pais cuja tradição protestante não permitiu a construção de catedrais importantes, possui em suas paisagens planas, seus moinhos de ventos e na sua vida urbana, temas que serviram a gerações de pintores. Estes desenvolveram uma capacidade única na representação de espaços amplos, a maior parte de céus cinzentos, da convivencia entre os seus cidadões, na vida burguesa, muito antes do impressionismo e sobre tudo na arte do retrato. Todas essas característica se farão sentir nestes dois genios da arte universal, ambos artistas essensialmente holandeses que levaram ao zênite o destino de serem pintores.


IMFORMAÇÕES:
Agente de Viagem
Elizabeth Moura
11 5561 7087 / 9981 3115
memdm@uol.com.br
&
Kislansky Atelier de Escultura
11 3062 5323
atelierkislansky@uol.com.br

2 comentários:

Eduardo P L disse...

Uma agradável viagem, e lição de ARTE!

Só- Poesias e outros itens disse...

Que delícia de roteiro.
Este ano estive na Itália por dois meses, resolvendo problemas familiares, e não vou consequir viajar novamente.
Vou deixar para uma próxima oportunidade. E sinceramente, o seu roteiro é o máximo.

bjs.

Ju Gioli