terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
OFICINAS EM SÃO PAULO E PELO BRASIL
Em Porto Alegre os cursos ocorrem na oficina do Selmo Ramos, um artesão, na melhor acepção da palavra, que produz instrumentos para escultura, tais como estecas, formões e tornos. Vale a pena conferir, ele fornece para todo o Brasil. São, inclusive, as ferramentas que eu mesmo utilizo. Aliás, não só eu mas muita gente Brasil a fora ...
Em São Paulo a mudança principal é o foco na cerâmica. Desde que resolvi o problema da queima de estudos feitos com muita liberdade tenho podido orientar meus alunos neste sentido e dispensar em certa medida o molde. É claro que ainda fazemos muita moldagem, para fundição e mesmo apenas pra assegurar que não perderemos o original na queima.
No atelier continuamos com a mesma equipe. Nossa secretária e auxiliar na cerâmica, Cleide Araujo; o ajudante e moldador, Antonio do Carmo; o assistente nas aulas, o gravador e fotógrafo Daniel Freitas; e, por fim, Newton Santana, meu aluno há cerca de 8 anos e professor no atelier paulista quintas e sábados.
Estão todos convidados a vir conhecer o Kislansky Atelier de Escultura em São Paulo, e nosso trabalho por esse Brasil, que este ano completa 13 anos de atividades. Seria curioso saber quantas oficinas de modelagem do corpo humano realizamos neste período e principalmente quanta gente sujou as mãos de barro experimentando esse fascínio que é modelar um corpo ..... Com certeza foram muitos, mas a sensação que temos é de que começamos ontem e tudo passou num piscar de olhos....
Porém ... muitas esculturas e escultores ficaram!
Abraços a todos, ik.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
EXPOSIÇÃO LIVRARIA CULTURA - SP

sábado, 31 de janeiro de 2009
EXPOSIÇÃO EM PARIS
Para lá levaria as cerâmicas e aquarelas, uma exposição que tenho em mente há algum tempo e fazê-la em Paris seria uma realização.....
Lá vai a história...
GALERIE D’ART FRANÇOIS MANSART
5, Rue Payenne, 75003, Paris

Fuga nº1 em Azul, 2007, cerâmica esmaltada
A Galeria de Arte François Mansart ocupa o térreo de um prédio edificado em 1642 pelo célebre arquiteto de Louis XIV, François Mansart.
No primeiro andar do prédio se encontra a Capela da Humanidade, espaço profano classificado como Patrimônio Histórico da França.
Este prédio, que se encontra no coração do bairro do Marais, reduto de maior interesse cultural e turístico em Paris, próximo aos museus Picasso e Carnavalet, foi adquirido em finais do século XIX por um grupo de mecenas brasileiros adeptos das idéias do sociólogo Auguste Comte, com a finalidade de manter laços de amizade entre as culturas brasileira e francesa.
O principal objetivo das exposições é apresentar ao público francês artistas brasileiros e franceses de renome no Brasil e/ou na França.
A Galeria de Arte François Mansart, através de seu Diretor, Dr. Antonio Ceschin, concedeu ao curador Paulo Amaral a exclusividade de selecionar artistas brasileiros para o período de 2009. Desta seleção surgiu o nome de Israel Kislansky.
A primeira exposição do escultor brasileiro fora do país será a oportunidade para que parisienses e turistas de todo o mundo vejam de perto o artista que, partindo de uma abordagem escultórica fuigurativa francesa, aborda a relação com o corpo e a cor com a liberdade tradicional dos países sul americanos.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
PIETRASANTA

quarta-feira, 19 de novembro de 2008
NA ITALIA

Iniciei a visita às fundições na Itália, onde fui retocar a cera do busto do Victor Civita que estou concluindo. Em Pietrasanta pude conhecer alguns fundidores, q aliás lembram muito seus conterrâneos, donos das fundições brasileiras..... A estruturas dessas fundições são de pequenas industrias, com uma produtividade imensa, em se tratando de arte, sempre com artistas extrangeiros em seus atelieres a supervisionar seus trabalhos....
FUNDIÇÃO COUBERTIN

ATELIER DE RESTAURO
EM PARIS

Em Paris aproveitei dessa vez para andar e falar com as pessoas, fui a poucas exposições, uma muito completa do Emil Nolde, e fotografar bronzes. Fiz infinitas fotos das obras do Maillol na frente do Louvre e realmente é esse deslumbre q vcs podem ver.... Encontrei também o Antonio Veronese que estava por coencidência com uma mostra na UNESCO no mesmo período em q estava por lá.....
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
BRONZES
domingo, 21 de setembro de 2008
OS ESMALTES I
sábado, 13 de setembro de 2008
AS MADEIRAS

Esta é uma das imagens q iniciei há ao menos 3 ou 4 anos atrás. A talha tem essa vantagem, ela pode esperar, não precisamos cuidar em demasia dela... Iniciei os estudos de escultura em madeira sob orientação do Rubens Matuck, grande artista, mestre e homem de idéias bem diferentes das correntes por aí... (não sei se ele possui site ou blog mas vale a pena pesquisar e se possível conhecer o seu trabalho e seu atelier)
AS CERÂMICAS

quarta-feira, 27 de agosto de 2008
MINHAS NOVAS PRATELEIRAS
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
GRUPO EM VIAGEM À EUROPA

VIENA / BRUXELAS / AMSTERDAM
de 16 à 24 de outubro de 2008
Ano passado levei um grupo à França e Italia onde falamos sobre escultura renascentista italiana. Esse ano falaremos de pintura e de modernidade. O q será abordado segue abaixo:
Modernismo Vienense
Viena foi o cenário por onde passaram Freud, Nietzsche, Musil, Klint, Kokoschka, Schiele, entre uma infinidade de artistas, filósofos e pensadores importantes para o séc. XIX e XX. Quais razões criaram o ambiente propício para que todos essas obras e correntes filosóficos nascecem ali? E o que há de comum entre eles?
O séc. XIX foi marcado pelas grandes rupturas com as monarquias vigentes e a igreja. A Austria do séc. XIX será ainda monárquica e esse conservadorismo contrasta vertiginosamente com um sentimento geral de individualismo e anseio por liberdade política e privada. Um modernismo novo, diverso do que surge em Paris e Berlim, nasce em Viena.
Bruxelas: Renascença e Modernismo
A Renascença européia se divide entre dois polos importantes de criação. Estes promoveram os caminhos por onde seguiram, não apenas a Europa, mas todo o mundo ocidental durante ao menos três séculos. São estes polos a Italia e a antiga Flandres, atual Belgica e Holanda. Neste último, nasceu a pintura à óleo e uma tradição de pintores que perdurará até o séc. XX. Van Ecky, Bosch, Brueguel, Rubens, Ensor, Magrite, são alguns nomes que representam gerações de artistas cuja sensibilidade espacial, o humor e a invenção, criaram uma tradição única. Sobre influencia da arte flamenga gravitaram, entre outras, boa parte da arte francesa e alemã.
James Ensor é um capitulo a parte na história da arte moderna. Com seu espírito independente construiu uma arte além de seu tempo e realizou uma odisseia diversa a do artista maldito. Da mesma geração de Van Gogh e Guaguin, colheu os frutos da glória. Artista satírico, criou como gravador imagens celebres, comparáveis a obra gráfica de Goya, com a mesma liberdade plástica e crítica aos costumes de sua época.
Rembrandt e Van Gogh
Um destino trágico marcaram a vida destes dois homens, ao mesmo tempo que uma sensibilidade única e genial para retratar seus semelhantes e a si mesmos. Estes dois nomes da história da arte, reunidos na mesma cidade, valem por si só a permanência na capital holandesa por quatro dias. Um pais cuja tradição protestante não permitiu a construção de catedrais importantes, possui em suas paisagens planas, seus moinhos de ventos e na sua vida urbana, temas que serviram a gerações de pintores. Estes desenvolveram uma capacidade única na representação de espaços amplos, a maior parte de céus cinzentos, da convivencia entre os seus cidadões, na vida burguesa, muito antes do impressionismo e sobre tudo na arte do retrato. Todas essas característica se farão sentir nestes dois genios da arte universal, ambos artistas essensialmente holandeses que levaram ao zênite o destino de serem pintores.
IMFORMAÇÕES:
Agente de Viagem
Elizabeth Moura
11 5561 7087 / 9981 3115
memdm@uol.com.br
&
Kislansky Atelier de Escultura
11 3062 5323
atelierkislansky@uol.com.br
sábado, 9 de agosto de 2008
OFICINAS PELO BRASIL
atelierkislansky@uol.com.br
CURSO NO RIO DE JANEIRO

agosto
dias 30 e 31
a modelagem do corpo inteiro
desenvolvimento e utilização de armações e estruturas.
proporções.
o contra-posto.
leitura do modelo vivo.
setembro
dias 27 e 28
o corpo em movimento
técnica básica para leitura do movimento.
eixos e cadeias musculares.
leitura do modelo vivo.
novembro
dias 08 e 09
o nú masculino
a cabeça.
o torso.
músculaturas importantes.
leitura do modelo vivo.
dezembro
dias 06 e 07
os tipos
quatro sessões de modelo vivo,
cada sessão com um tipo físico diferente:
gordos, magros, homens e mulheres.
*sábados e domingos de 10 as 13h e das 15 as 18h
informações:angelaca@impa.br
com Angela de Assis
segunda-feira, 28 de julho de 2008
As Cerâmicas

Esse ano para mim é o da cerâmica... quinta viajo a Belo Horizonte onde estou esmaltando as peças com a Léa Diegues, grande amiga e profissional. Também gostaria de rever meus desenhos... ainda estou criando coragem. Esse abaixo ainda pertence aos cadernos de 2007 .
Em agosto tentarei fazer uma apresentação das cerâmicas em meu atelier....
domingo, 27 de julho de 2008
terça-feira, 8 de julho de 2008
Aquarela

de 28 a 31 de julho
segunda a quinta
das 14:30h as 17:30h
programação
Apresentação do instrumental da aquarela: papel, tinta e pincel.
Demonstração da técnica da aquarela.
Organização do material.
Manuseio com a tinta.
Aplicação da técnica da aquarela ao ar livre.
Elaboração e execução de um Caderno de Artista.
Ivani Castilho é pós-graduada pela Faculdade Santa Marcelina, com especialização em aquarela, onde lecioneu de 1998 a 2006. Depois de realizar aperfeiçoamento em calcografia e aquarela em Florença e Veneza, desenvolve atividades regulares, como exposições e oficinas, no Brasil e na Itália.
A pintura em aquarela é uma modalidade em que os pigmentos de tinta são veiculados em água e fixados por goma-arábica. Dessa mistura, resulta uma cor luminosa, impossível de ser obtida em outras modalidades. Na aquarela, as cores vão se sobrepondo como lâminas coloridas de vidro, onde a luz e a transparência estão sempre em destaque.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
A OBRA - por Enio Squeff e Gilberto Habib
“A obra de Israel Kislansky, independentemente de qualquer outra consideração, impõe-se pela solidez da sua estrutura: refiro-me ao equilíbrio, à força de sua figuração, que é uma presença constante e impositiva, mesmo na sensualidade de seus nus. Este o contraste, ou antes, a ambivalência de que se nutre sua obra: na força do bronze - ou da pedra - há, sempre, a inequívoca fluidez arredondada das formas.
Mas não é uma obra que celebra a sensualidade como tal. Na escultura de Kislansky, sobram sempre, além dos corpos, as inquirições das fisionomias graves. Aqui é o olhar quase triste, além é apenas e tão somente o peso da pergunta. Poder-se-ia, quem sabe, volver à lição neo-clássica do século passado, não fosse um pormenor: são bem de nosso tempo os corpos de suas mulheres, nos quais jamais se disfarçam os espartilhos das existências urbanas.
Em seu “eterno feminino” tão circunstanciado pela azáfama da vida das grandes cidades, a mulher não se descobre em ideais de sensualidade. Mais que isso, o que se respira nesses nus, é simplesmente o real, talvez, quem sabe, adulado, acarinhado pelas mãos do escultor - mas que jamais se fazem concessões em nome da sensualidade.
Ênio Squeff (pintor e jornalista)
“Um dos aspectos mais evidentes da obra de Israel Kislansky é seu interesse pela temática feminina de inspiração serena e contemplativa. Visão que sugere a suspensão no tempo e o distanciamento da voracidade dos problemas contemporâneos. Entretanto, olhando com maior atenção veremos que essas mulheres são também enigmáticas e se debruçam sobre mistérios sedimentados ao longo da história da arte.
A noção de antiguidade que traz consigo, a sugestão de permanência, ou a noção histórica que se associa à idéia de transformação, nos permite ainda hoje observar o feminino na arte, na somatória de suas múltiplas personificações. Entretanto, a simbologia representada através da figura feminina ao longo dos séculos distanciou-se de seu denso conteúdo. É sobre este distanciamento e da tentativa de reafirmação do belo feminino na arte, que trata a obra do escultor Israel Kislansky. Com suas mulheres de bronze em proporções monumentais, situadas entre o sagrado e o profano, o artista reinstaura o mito feminino num contexto tipicamente contemporâneo.”













