segunda-feira, 6 de outubro de 2008

BRONZES


Ao lado vcs podem ver no "catálogo bronzes" as peças q fiz até 2006. Em 2007 foi uma parada e em 2008 passei a experimentar outros materiais o resultado vai um pouco ai em baixo.....

TERRA-COTA



domingo, 21 de setembro de 2008

OS ESMALTES I






















FORAM 60 PEÇAS E UMA INFINIDADE DE EXPERIÊNCIAS...
SE ABRIRAM MUITAS PORTAS E EM MUITOS ASPECTOS ME SINTO MAIS REALIZADO Q NO BRONZE....
LOGO PUBLICAREI OUTRAS IMAGENS. OS ESMALTES SÃO CRIAÇÕES DA LEA DIEGUES, COLOCAREI O BLOG DELA A DISPOSIÇÃO EM BREVE....



































sábado, 13 de setembro de 2008

AS MADEIRAS



Esta é uma das imagens q iniciei há ao menos 3 ou 4 anos atrás. A talha tem essa vantagem, ela pode esperar, não precisamos cuidar em demasia dela... Iniciei os estudos de escultura em madeira sob orientação do Rubens Matuck, grande artista, mestre e homem de idéias bem diferentes das correntes por aí... (não sei se ele possui site ou blog mas vale a pena pesquisar e se possível conhecer o seu trabalho e seu atelier)

AS CERÂMICAS


Me impus, depois de concluir o livro e de expor os trabalhos em bronze q fiz de 2000 à 2006, de experimentar outras técnicas e de, principalmente, me afirmar dentro do metiêr do escultor. De fato sempre terceirizei os trabalhos, moldes, fundições, etc... desta vez estou tentando realizar tudo em meu atelier e de preferência sobre os meus olhos.... o resultado, pelo menos para mim, é bem melhor... estou mais feliz com o trabalho. Agora, depois de trabalhar com a cerâmica, vou finalizar umas madeiras que estão esperando há tempos e fazer algumas peças em gesso q já tenho em mente, algo como a extensão tridimensional dos meus desenhos....

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

MINHAS NOVAS PRATELEIRAS
















Nas prateleiras do atelier entram e saem todos os dias pequenas peças, fragmentos , idéias de barro.... me divirto vendo as novas imagens se juntando, conversando entre elas.....

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

GRUPO EM VIAGEM À EUROPA



VIENA / BRUXELAS / AMSTERDAM

de 16 à 24 de outubro de 2008

Ano passado levei um grupo à França e Italia onde falamos sobre escultura renascentista italiana. Esse ano falaremos de pintura e de modernidade. O q será abordado segue abaixo:


Modernismo Vienense
Viena foi o cenário por onde passaram Freud, Nietzsche, Musil, Klint, Kokoschka, Schiele, entre uma infinidade de artistas, filósofos e pensadores importantes para o séc. XIX e XX. Quais razões criaram o ambiente propício para que todos essas obras e correntes filosóficos nascecem ali? E o que há de comum entre eles?
O séc. XIX foi marcado pelas grandes rupturas com as monarquias vigentes e a igreja. A Austria do séc. XIX será ainda monárquica e esse conservadorismo contrasta vertiginosamente com um sentimento geral de individualismo e anseio por liberdade política e privada. Um modernismo novo, diverso do que surge em Paris e Berlim, nasce em Viena.


Bruxelas: Renascença e Modernismo
A Renascença européia se divide entre dois polos importantes de criação. Estes promoveram os caminhos por onde seguiram, não apenas a Europa, mas todo o mundo ocidental durante ao menos três séculos. São estes polos a Italia e a antiga Flandres, atual Belgica e Holanda. Neste último, nasceu a pintura à óleo e uma tradição de pintores que perdurará até o séc. XX. Van Ecky, Bosch, Brueguel, Rubens, Ensor, Magrite, são alguns nomes que representam gerações de artistas cuja sensibilidade espacial, o humor e a invenção, criaram uma tradição única. Sobre influencia da arte flamenga gravitaram, entre outras, boa parte da arte francesa e alemã.
James Ensor é um capitulo a parte na história da arte moderna. Com seu espírito independente construiu uma arte além de seu tempo e realizou uma odisseia diversa a do artista maldito. Da mesma geração de Van Gogh e Guaguin, colheu os frutos da glória. Artista satírico, criou como gravador imagens celebres, comparáveis a obra gráfica de Goya, com a mesma liberdade plástica e crítica aos costumes de sua época.


Rembrandt e Van Gogh
Um destino trágico marcaram a vida destes dois homens, ao mesmo tempo que uma sensibilidade única e genial para retratar seus semelhantes e a si mesmos. Estes dois nomes da história da arte, reunidos na mesma cidade, valem por si só a permanência na capital holandesa por quatro dias. Um pais cuja tradição protestante não permitiu a construção de catedrais importantes, possui em suas paisagens planas, seus moinhos de ventos e na sua vida urbana, temas que serviram a gerações de pintores. Estes desenvolveram uma capacidade única na representação de espaços amplos, a maior parte de céus cinzentos, da convivencia entre os seus cidadões, na vida burguesa, muito antes do impressionismo e sobre tudo na arte do retrato. Todas essas característica se farão sentir nestes dois genios da arte universal, ambos artistas essensialmente holandeses que levaram ao zênite o destino de serem pintores.


IMFORMAÇÕES:
Agente de Viagem
Elizabeth Moura
11 5561 7087 / 9981 3115
memdm@uol.com.br
&
Kislansky Atelier de Escultura
11 3062 5323
atelierkislansky@uol.com.br

sábado, 9 de agosto de 2008

OFICINAS PELO BRASIL

Nesse segundo semestre devo estar mudando de ares. Nos últimos 8 anos estive levando oficinas de modelagem figurativa a Brasilia, Belo Horizonte e muitas cidades do Sul. A partir de setembro estarei de volta a Salvador onde não trabalho faz muito tempo e retomando já agora em agosto os trabalhos no Rio de Janeiro. Quem quiser informaçõa é só enviar um e-mail ao atelier, o endereço é o seguinte:
atelierkislansky@uol.com.br

CURSO NO RIO DE JANEIRO







agosto
dias 30 e 31
a modelagem do corpo inteiro
desenvolvimento e utilização de armações e estruturas.
proporções.
o contra-posto.
leitura do modelo vivo.
setembro
dias 27 e 28
o corpo em movimento
técnica básica para leitura do movimento.
eixos e cadeias musculares.
leitura do modelo vivo.
novembro
dias 08 e 09
o nú masculino
a cabeça.
o torso.
músculaturas importantes.
leitura do modelo vivo.
dezembro
dias 06 e 07
os tipos
quatro sessões de modelo vivo,
cada sessão com um tipo físico diferente:
gordos, magros, homens e mulheres.
*sábados e domingos de 10 as 13h e das 15 as 18h

informações:angelaca@impa.br

com Angela de Assis

segunda-feira, 28 de julho de 2008

As Cerâmicas



Esse ano para mim é o da cerâmica... quinta viajo a Belo Horizonte onde estou esmaltando as peças com a Léa Diegues, grande amiga e profissional. Também gostaria de rever meus desenhos... ainda estou criando coragem. Esse abaixo ainda pertence aos cadernos de 2007 .

Em agosto tentarei fazer uma apresentação das cerâmicas em meu atelier....

domingo, 27 de julho de 2008

terça-feira, 8 de julho de 2008

Aquarela


orientação: Ivani Castilho

de 28 a 31 de julho

segunda a quinta
das 14:30h as 17:30h


programação


Apresentação do instrumental da aquarela: papel, tinta e pincel.

Demonstração da técnica da aquarela.
Organização do material.
Manuseio com a tinta.

Aplicação da técnica da aquarela ao ar livre.

Elaboração e execução de um Caderno de Artista.

Ivani Castilho é pós-graduada pela Faculdade Santa Marcelina, com especialização em aquarela, onde lecioneu de 1998 a 2006. Depois de realizar aperfeiçoamento em calcografia e aquarela em Florença e Veneza, desenvolve atividades regulares, como exposições e oficinas, no Brasil e na Itália.

A pintura em aquarela é uma modalidade em que os pigmentos de tinta são veiculados em água e fixados por goma-arábica. Dessa mistura, resulta uma cor luminosa, impossível de ser obtida em outras modalidades. Na aquarela, as cores vão se sobrepondo como lâminas coloridas de vidro, onde a luz e a transparência estão sempre em destaque.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

A OBRA - por Enio Squeff e Gilberto Habib

“A obra de Israel Kislansky, independentemente de qualquer outra consideração, impõe-se pela solidez da sua estrutura: refiro-me ao equilíbrio, à força de sua figuração, que é uma presença constante e impositiva, mesmo na sensualidade de seus nus. Este o contraste, ou antes, a ambivalência de que se nutre sua obra: na força do bronze - ou da pedra - há, sempre, a inequívoca fluidez arredondada das formas.


Mas não é uma obra que celebra a sensualidade como tal. Na escultura de Kislansky, sobram sempre, além dos corpos, as inquirições das fisionomias graves. Aqui é o olhar quase triste, além é apenas e tão somente o peso da pergunta. Poder-se-ia, quem sabe, volver à lição neo-clássica do século passado, não fosse um pormenor: são bem de nosso tempo os corpos de suas mulheres, nos quais jamais se disfarçam os espartilhos das existências urbanas.


Em seu “eterno feminino” tão circunstanciado pela azáfama da vida das grandes cidades, a mulher não se descobre em ideais de sensualidade. Mais que isso, o que se respira nesses nus, é simplesmente o real, talvez, quem sabe, adulado, acarinhado pelas mãos do escultor - mas que jamais se fazem concessões em nome da sensualidade. Em Israel Kinslansy, a verdade faz-se bronze, pedra, e argila, sem disfarces - a não ser no que concerne à indisfarçável ternura do artista pelo objeto de sua paixão - que é a mulher, transmudada e reverenciada pela arte. ”


Ênio Squeff (pintor e jornalista)




“Um dos aspectos mais evidentes da obra de Israel Kislansky é seu interesse pela temática feminina de inspiração serena e contemplativa. Visão que sugere a suspensão no tempo e o distanciamento da voracidade dos problemas contemporâneos. Entretanto, olhando com maior atenção veremos que essas mulheres são também enigmáticas e se debruçam sobre mistérios sedimentados ao longo da história da arte.


A noção de antiguidade que traz consigo, a sugestão de permanência, ou a noção histórica que se associa à idéia de transformação, nos permite ainda hoje observar o feminino na arte, na somatória de suas múltiplas personificações. Entretanto, a simbologia representada através da figura feminina ao longo dos séculos distanciou-se de seu denso conteúdo. É sobre este distanciamento e da tentativa de reafirmação do belo feminino na arte, que trata a obra do escultor Israel Kislansky. Com suas mulheres de bronze em proporções monumentais, situadas entre o sagrado e o profano, o artista reinstaura o mito feminino num contexto tipicamente contemporâneo.”


Giberto Habib de Oliveira